Ler ao Mar Como no rosto brando, surge uma flor da areia. Serena, ela sereia Fica na espreita encantada ao vento do luar Aguarda o polvo que foi banhar nas terras de Araripe. Quem sabe, essa imagem possa mostrar um pouco o leito escuro (acadêmico e/ou intelectual) e o embalo das ondas que sua tumba vermelha mexe... Beirute, Beirute O chão já não parece tão seguro para deslizar os cabelos de Janaina. Eles curvam sobre as malhas do espelho d'água a clamar pelo raio do sol que se esconde em nervos atrás das nuvens brancas. Parece algodão. Boa leitura! (com ou sem razão) Eis, assim, nossa troca de segredos.
Escrito por Wilton Garcia às 16:27
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